sábado, 9 de maio de 2009

Tão doçe assim

Se assim saberei que a morte
É tão doce, então viver
Pra ti e deixar que a sorte
Seja um fim de não sofrer

E o meu penar que sempre trago
É porque prezo por não te ter
Enfim, assim que eu te faço
Imaginar, te ter e crer

Assim tão doce como a vida,
Será minha carta de alforria,
Conquistar aquela tão querida

Então já que não vê ó flor
Não saberás o que é a dor
Que sinto sem teu amor

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