Assim criei sem pensar
Uma aceitação em mim
Um longo beijo doçe
E espero que não seja o fim
O regato, a minha vida pacata
O sossego já não tenho mais
Meu sorriso não retrata
O ndicio que já se fa
Não quero ver isto como só passagem
Quero ver isto se transformar
Não só num simples desejo
Mais num longo amor que não fenecerá
E no mesmo toque de um simples beijo
Nu sei que o amanhã virá
N quero que este desejo
Não sejas por ti posto à vagar
sexta-feira, 29 de maio de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
Utopia
Tu que viestes do alto
E és tão anjo acabado
Põe nós homens a prova
Na usura de ter pra si
Tua sublime forma
De tão nobre presença
Que de nossa alegria
Já se faz imensa
Então a tí eu ofereço
Minha vida, meu amor, o meu apreço
Todos os olhares
E pensares que podia
Crendo na esperança
Utopia, sua vinda
Diferentes das manhãs
Que sorri pra ti em teu leito
Se choro agora é por não te ter
E por ter em teu lugar tristeza
Pois és tudo enfim que tens de belo
em todo resplendor da santa natureza
E és tão anjo acabado
Põe nós homens a prova
Na usura de ter pra si
Tua sublime forma
De tão nobre presença
Que de nossa alegria
Já se faz imensa
Então a tí eu ofereço
Minha vida, meu amor, o meu apreço
Todos os olhares
E pensares que podia
Crendo na esperança
Utopia, sua vinda
Diferentes das manhãs
Que sorri pra ti em teu leito
Se choro agora é por não te ter
E por ter em teu lugar tristeza
Pois és tudo enfim que tens de belo
em todo resplendor da santa natureza
A cruz no calvário
Hoje meu bem estou triste
Pois sei que o gosto da amargura
A ti encarrego está proeza
Imagino que o amor existe
E no peito ainda tenho a usura
De ter pra mim sua beleza
O sol se esconde às montanhas
A tua vida se derrama
E tu me privas do seu amor
Sentencias-me a doe
Porque finges que me ama?
Porque ao teu lado
Minha vida se faz tão pequena
Ainda faz do amor, o calculo
De ti escondes a tua dor
Por só ter tido amor
Não sabes o que é a cruz no calvário
E ainda sorris assim
Vendo nos meus olhos o fim?
Pois sei que o gosto da amargura
A ti encarrego está proeza
Imagino que o amor existe
E no peito ainda tenho a usura
De ter pra mim sua beleza
O sol se esconde às montanhas
A tua vida se derrama
E tu me privas do seu amor
Sentencias-me a doe
Porque finges que me ama?
Porque ao teu lado
Minha vida se faz tão pequena
Ainda faz do amor, o calculo
De ti escondes a tua dor
Por só ter tido amor
Não sabes o que é a cruz no calvário
E ainda sorris assim
Vendo nos meus olhos o fim?
sábado, 9 de maio de 2009
Tão doçe assim
Se assim saberei que a morte
É tão doce, então viver
Pra ti e deixar que a sorte
Seja um fim de não sofrer
E o meu penar que sempre trago
É porque prezo por não te ter
Enfim, assim que eu te faço
Imaginar, te ter e crer
Assim tão doce como a vida,
Será minha carta de alforria,
Conquistar aquela tão querida
Então já que não vê ó flor
Não saberás o que é a dor
Que sinto sem teu amor
Se assim saberei que a morte
É tão doce, então viver
Pra ti e deixar que a sorte
Seja um fim de não sofrer
E o meu penar que sempre trago
É porque prezo por não te ter
Enfim, assim que eu te faço
Imaginar, te ter e crer
Assim tão doce como a vida,
Será minha carta de alforria,
Conquistar aquela tão querida
Então já que não vê ó flor
Não saberás o que é a dor
Que sinto sem teu amor
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